Postagem: 21/09/2009
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QUANDO NA TERRA SECA A ÁGUA CAI
Quando na terra seca a água cai
O Sertão se abre em flor
Faz-se colírio para os olhos
Faz-se bálsamo para a dor...
...da alma ainda pouca fustigada
pela inclemência do sol!
Quando na terra seca a água cai
Num Sertão acinzentado
Sem brilho, sem fulgor
Brota a vida por toda parte
Faz-se o sertanejo um vate
Faz-se um quadro para o pintor
Quando na terra seca a água cai
Apagando toda a poeira
Das suas veredas e caminhos
Faz na árvore o pássaro seu ninho
Canta no açude o sapo tanoeiro (do Bandeira)
Foi a chuva que caiu
Inda pouco de mansinho
E agora de montão!
E toda a bicharada em coro entoa assim:
Quando na terra seca a água cai!
O Sertão se abre em flor!
Faz-se colírio para os olhos!
Faz-se bálsamo para a dor...
Quando na terra seca a água cai
O sertão se abre em flor
A asa branca ao sertão volta
Fez-se meu o teu amor!
Manoel Joaquim Leite Neto
QUANDO NA TERRA SECA A ÁGUA CAI
Quando na terra seca a água cai
O Sertão se abre em flor
Faz-se colírio para os olhos
Faz-se bálsamo para a dor...
...da alma ainda pouca fustigada
pela inclemência do sol!
Quando na terra seca a água cai
Num Sertão acinzentado
Sem brilho, sem fulgor
Brota a vida por toda parte
Faz-se o sertanejo um vate
Faz-se um quadro para o pintor
Quando na terra seca a água cai
Apagando toda a poeira
Das suas veredas e caminhos
Faz na árvore o pássaro seu ninho
Canta no açude o sapo tanoeiro (do Bandeira)
Foi a chuva que caiu
Inda pouco de mansinho
E agora de montão!
E toda a bicharada em coro entoa assim:
Quando na terra seca a água cai!
O Sertão se abre em flor!
Faz-se colírio para os olhos!
Faz-se bálsamo para a dor...
Quando na terra seca a água cai
O sertão se abre em flor
A asa branca ao sertão volta
Fez-se meu o teu amor!
Manoel Joaquim Leite Neto
QUANDO NA TERRA SECA A ÁGUA CAI
Quando na terra seca a água cai
O Sertão se abre em flor
Faz-se colírio para os olhos
Faz-se bálsamo para a dor...
...da alma ainda pouca fustigada
pela inclemência do sol!
Quando na terra seca a água cai
Num Sertão acinzentado
Sem brilho, sem fulgor
Brota a vida por toda parte
Faz-se o sertanejo um vate
Faz-se um quadro para o pintor
Quando na terra seca a água cai
Apagando toda a poeira
Das suas veredas e caminhos
Faz na árvore o pássaro seu ninho
Canta no açude o sapo tanoeiro (do Bandeira)
Foi a chuva que caiu
Inda pouco de mansinho
E agora de montão!
E toda a bicharada em coro entoa assim:
Quando na terra seca a água cai!
O Sertão se abre em flor!
Faz-se colírio para os olhos!
Faz-se bálsamo para a dor...
Quando na terra seca a água cai
O sertão se abre em flor
A asa branca ao sertão volta
Fez-se meu o teu amor!
Manoel Joaquim Leite Neto